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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
SABEDORIA, EXPERIÊNCIA, CONHECIMENTOS

Há tempos li um livro em que o Autor, sábio decerto, a certa altura escrevia:

 

"-Os conhecimentos transmitem-se.

- As experiências vivem-se.

-A sabedoria é adquirida (ou não) por quem recebeu os conhecimentos e viveu as experiências."

 

Ou não?

Desculpas e Perdão

Pois é; há pessoas que por mais conhecimentos que se lhes transmitam, por mais experiências que vivam, nunca adquirem sabedoria para ultrapassar os problemas que viveram.

E vivem 10,20...60 (?) anos a remoer em más memórias.

E ficam pessoas tristes, recalcadas, de mal com os outros, com a vida e com elas próprias.

 

Sofreram, sofrem a vão continuar a sofrer somente porque ao fim de tantos anos de vida ainda não adquiriram sabedoria para ultrapassar o que já não tem conserto

E, sem se aperceberem, fazem sofrer os que as amam.

Vendo que o passar dos anos, dos conhecimentos e das experiências, apenas serviu para tornar maiores as mágoas e as tristezas e que, numa troca de más recordações, as pessoas apenas se afastam ainda mais, se magoam ainda mais, nos fazem sofrer ainda mais.

 

Sem juízo de valores, sem criticas, sem tomar partido, apenas com tristeza e muito amor.

publicado por rodrigando às 23:31
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
MAIS UMA VEZ(12)

 Amanhece, nasce o dia.

Já dos pássaros ouço o canto

Em alegre gorgear.

Do teu lado, a cama fria....

Dos meus olhos seco o pranto

Ao ouvir o teu andar.

Vou fingir que adormeci

Que não dei porque tardaste

Que não ouço, que não vi,

A que horas tu chegaste.

 

 

Oh! Meu Senhor!  Oh! Deus meu!

Eu sei lá quantas mulheres

Estão a fazer como eu!!!!

                                                                   

                                                      

sinto-me: Tristemente recordando
publicado por rodrigando às 13:49
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
HÁ 31 ANOS FOI ASSIM

  

Meio dia e meia hora.

A noiva saiu de casa pelo braço do padrinho.

Á porta da Igreja, impaciente,esperava o noivo. O casório estava marcado para o meio dia mas o padre tinha mandado recado a pedir para o atrasar  para poder acabar as inscrições da Catequese.

A sogra e alguns amigos já tinham ido espreitar a noiva, coisa que o noivo não podia fazer.

Á porta da Igreja esperavam Amigos (muitos) convidados (poucos, o dinheiro para o copo de água era escasso) e bastantes curiosos.

Um casamento desperta sempre a curiosidade numa povoação pequena...

Quando não há Igreja Paroquial e é num salão que são feitas as celebrações religiosas... Quando alguém resolve  casar-se lá em vez de preferir a pompa de uma Igreja...

Quando a noiva é catequista, orientadora do Grupo de Jovens, membro da Comissão de Moradores e outras coisas mais...estão a ver.

Entrada no salão-igreja ao som da Avé Maria, cantada por uma voz fabulosa.

A igreja cheia de rosas, compradas pelas amigas do coro que a enfeitaram. 

 Missa cantada, leituras feitas pelos noivos, celebração do casamento, promessas de amor eterno ditas com o coração e com absoluta convicção...

Lágrimas, sorrisos, beijos, abraços e chuva para abençoar.

Copo de água, bem servido,  com fartura (penso que não deu lucro).

Final do dia, saída para a lua de mel, pobrezinha, em Corroios, qual Madeira, qual carapuça.

Oito dias  a três, porque o filho mais velho já vinha a caminho, maravilhosos, pois claro.

 

31 anos depois...

Cada um para seu lado.

 Três filhos, três netos, mágoas e marcas que nem o tempo apaga. Muitos anos em que só um lutou por conservar  e consertar o que já não tinha conserto.

Estou - estamos - melhor assim.

Hoje é apenas dia para recordar o que poderia ter sido uma vida de sonho e não o foi para nenhum. Não procuro culpados, nem desculpas. Quando o casamento acaba não é nunca por culpa de um só. O outro também tem a culpa nem que seja por se ter deixado apagar e anular, por ter fechado os olhos para não ver o que todos viam, por ter ficado à espera que o tempo resolvesse o que já não tinha solução.

Hoje é apenas o  dia para recordar um dia em que ambos fomos felizes.

 Hoje é o dia  em que há 31 anos me casei. Só isso!

sinto-me: bem comigo
publicado por rodrigando às 01:41
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Domingo, 23 de Agosto de 2009
RECORDAÇÕES

 

O barco do "ti" sete - sete

 

Quando eu tinha por volta dos 3 anos o meu pai (loiro e lindo de morrer) ,foi trabalhar ali mesminho para a fronteira da Beira com o Ribatejo e com o Alentejo, na construção da Barragem de Belver. 

Escusado será dizer que aonde há muitos homens,sózinhos e a ganhar bem,há sempre bares com certo tipo  de empregadas. Ali, no meio de nada,não foi excepção.

De tal forma que a minha mãe pegou nas três filhas e com o 4º na barriga , foi de charola de Lisboa até lá, na tentativa de não deixar o meu pai enredar-se em tais  meandros. O mesmo já tinham feito aliás, outras mulheres.

As minhas primeiras recordações são de lá. A linha do comboio de um lado,o Tejo do outro e no meio o casarão meio arruinado onde viviam as familias dos trabalhadores e que actualmente está submerso .

Recordo-me das cobras,dos lagartos dos sardões (deve vir daí a repugnância a animais rastejantes)  e dos buracos aonde se escondiam os contrabandistas.

Hoje, ao ver as fotos do João Palmeira, assaltou-me outra recordação:O barco do "ti" sete sete ! Era um barco com dois bicos,que tinham uma tampa e nessa tampa havia um quadrado em que de um lado se encaixava a "ti" Ana ,mulher do pescador e que também ia para o rio com ele.

Lembro-me que pescavam lampreias (havia de ser agora)!

Sinto-me verdadeiramente surpreendida.Ao  olhar aquela foto foi como se um filme se desenrolasse à minha frente,vi as caras enrugadas,curtidas dos anos e dos trabalhos,vi o barco,recordei-me dos nomes,recordei-me de ver a senhora enfiar-se naquele minúsculo quadradinho.

Recordei-me de mim, a quem a minha mãe tinha que vestir calções, como os rapazes, para que  não me despisse por causa do calor abrasador do verão..

Lembo-me da "Taberna do Benjamim" onde os homens se juntavam para jogar às cartas e onde as mulheres compravam mercearias.

Lembro-me da  "mulher da caseta", guarda da linha férrea, que varria a mesa onde comia

com a  mesma vassoura com que varria o chão.

Vivi ali três anos.

De vez em quando tinha recordações soltas mas hoje bastou uma simples fotografia (linda,sem dúvida) para me trazer à memória as minhas primeiras recordações.

Obrigada João Palmela.

 

sinto-me: Emocionada
publicado por rodrigando às 01:40
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