Aqui falo de mim, dos que amo, dos meus sonhos, das minhas alegrias e tristezas e de tudo o que gosto...ou não.



Contador de visitas
.Contador

contador

SELO À AMIZADE

.Os Meus amigos



Maripossa


:: Onix ::

San
Sentidos Proibidos Mª
Cuidando de Mim
Da Planície
Tina
Coisas de Mulher
Em busca da Felicidade



.posts recentes

. E QUANDO NÓS PERDEMOS O N...

. QUE FIM DE VIDA?

.arquivos

. Maio 2013

. Fevereiro 2013

. Abril 2012

. Março 2012

. Novembro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Novembro 2008

Quarta-feira, 9 de Junho de 2010
E QUANDO NÓS PERDEMOS O NOME?



Parece algo impensável, não é?

Mas quem tem filhos nos infantários ou nas escolas sabe do que falo.

A partir do momento em que os filhos lá entram, a nossa identidade muda.

Deixamos de ser a Adélia , a Paula, o João ou o Pedro e passamos a ser a mãe ou o pai da Ana, do Tiago ou da Marta.

E. se ao principio isto nos parece um bocado estranho, acaba por se instalar de tal forma que se nos chamam pelo nosso nome, sentimos quase como se estivessem a chamar outra pessoa.

E pensam que isto muda? Nunca mais!

É Infantário, é Escola Básica, é Secundária etc., aqui ainda com a agravante de deixarmos de ser a mãe da Ana ou de outro qualquer, para sermos a mãe da "tripeira", do "bicas", da "chica" etc.,ao ponto de nós pensarmos que nos estão a confundir o filho. Mas não. É ele mesmo. Só que também deixou  de ter  nome e passou a ter uma alcunha.

Acabou? Ainda não.

Quando temos a felicidade de ter um neto e ele entra no circuito escolar volta tudo ao mesmo.

Só que agora tem outro sabor ouvir um pequenino chamar :- "Ó avó do Daniel"..., assim, sem cerimónia, sem falta de educação,como se fossemos todos da mesma idade.

E a nossa resposta vai sempre acompanhada de um sorriso, tão grande como o deles.

publicado por rodrigando às 22:40
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
|
Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
QUE FIM DE VIDA?

 Há dias em que me sinto particularmente triste e ontem e hoje foram dias assim.

Embora o assunto já não me diga particularmente respeito, a verdade é que me entristece.

A minha ex-sogra está gravemente doente e há dias caiu, quando se dirigia para a casa de banho. Como se trata de uma pessoa relativamente forte e idosa e o marido já não tinha força para a levantar do chão,  teve de pedir ajuda a um vizinho para a levantar.

E isto aconteceu já três vezes, deixando-a de tal forma magoada que a partir daí recusa-se a levantar-se para ir à casa de banho.

Felizmente que no ultimo fim de semana os filhos e o meu filho mais velho foram visitá-la e, ao saberem da situação, viram que a única forma de a resolver era com fraldas.

Então levantou-se outro problema: Pôr-lha.

No meio de muita vergonha por parte da senhora e de pouco àvontade por parte dos filhos e do neto lá conseguiram.

E agora? Cada um tem a sua vida e o seu trabalho não podem vir mudá-la sempre que ela precisa. O marido já não tem condições físicas para o fazer.

Valeu-lhes o facto de, depois de saber o que se passava eu me ter lembrado de ir com o meu filho ao Lar da Igreja, que tem apoio domiciliário e que com  boa vontade,  disponibilizaram duas funcionárias que vão lá a casa duas vezes por dia lavá-la e mudá-la.

Mas a última muda é às 16,30 porque o serviço acaba às 17.

E depois tem que se manter com a mesma fralda até ao dia seguinte!

Aos fins de semana terá que ser a família a fazê-lo mas os filhos moram longe.

Eu gostava de ajudar mas fisicamente também me encontro debilitada e aos fins de semana com o tratamento que tenho que fazer não tenho mesmo condições. Também não quero aborrecimentos com a companheira do meu ex-marido mas isso era o que menos me preocupava se pudesse ajudar.

Com a doença que ela tem não terá muito mais tempo  porque o cancro já passou dos intestinos para o figado e sei que se ela tiver que ir para um Lar isso vai apressar-lhe a partida.

Por isso já mais do que uma vez dei comigo a pensar que fim de vida é este?

Perde-se tudo!. A nossa intimidade tem que ser devassada por pessoas desconhecidas que, por muito correctas e educadas que sejam, por muito que tentem e até consigam, atenuar o mal estar e o sofrimento ,é sempre uma devassa de nós.

Perdemos o nosso lar e o contacto com tudo aquilo de que nos rodeámos e amámos durante a vida se tivermos que ir para um Lar.

De que lhe valeu uma vida de trabalho e de privações, pensando numa velhice estável se agora não a pode usufuir? 

É a minha ex-sogra. Legalmente já nada nos liga mas é a avó dos meus filhos. Custa-me sabê-la a sofrer,  custa-me o sofrimento dos meus filhos e, até, custa-me ver o sofrimento do meu ex-marido. Há muitos anos que perdi a minha mãe e sei bem avaliar o que eles estão a passar.

Bolas! Para se morrer não devia ser preciso sofrer tanto!

 

sinto-me:
tags: , ,
publicado por rodrigando às 01:03
link do post | comentar | ver comentários (15) | favorito
|
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Maio 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.favorito

. PAI SE É POSSIVEL...

. SINA ...(?)

. PASSARAM-SE 34 ANOS

. EU MORO NA BRANDOA...

. ILUSÃO

. REVIRAVOLTAS

. HOJE

. TVI - PORQUE A SOLIDARIED...

. ONTEM FIZ

. OFICIALMENTE...

.tags

. todas as tags

.Música
Música
The Prayer - Celine Dion
.subscrever feeds