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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011
HOJE VOU CONTAR-VOS UMA HISTÓRIA

Uma história de quatro amigos que se conheceram nos bancos da Escola.

Escolheram-se domo IRMÃOS e incluíram as suas próprias famílias naquela que construíram. Deste modo as mães passaram a três três filhos do coração além do seu próprio filho.

Chegaram mesmo a fazer um simbolo que partiram em 4 pedaços e usavam ao pescoço, num fio.

Há quantos anos começou essa amizade? Há pelo menos 16 ou 17 anos.

São 3 rapazes e uma rapariga.

Nos momentos bons e maus têm estado sempre juntos.

E, neste momento em que escrevo, eles estão juntos. Mas três estão desfeitos pelo desgosto. O outro está deitado num caixão.

Um estúpido acidente de mota ceifou ontem a vida de um jovem cheio de vida. Era filho único.

Era cuidadoso com a mota que era também o seu modo de ganhar a vida.

Estava junto da mãe dele e a lembrar-me de algo que li há dias.

Quando nos morrem os pais, ficamos orfãos. Quando nos morre o companheiro, ficamos viúvos.

A morte de um filho é tão contra-natura que não tem nome.

O Carlos Lucas partiu ontem para Deus. Mas só morrerá quando todos os que o amam (e são muitos) o esquecerem. E não creio que isso aconteça.

Eu, uma das mães-adoptivas, sei que estás com Deus e que irás receber-me com o teu abraço carinhoso de sempre, quando chegar a minha vez.

 

 

publicado por rodrigando às 23:40
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12 comentários:
De omeueudepapel a 3 de Fevereiro de 2011 às 00:24
Não sei que dizer. É das coisas mais tristes pela qual nenhum pai, adoptivo ou biológico havia de passar. è contra-natura sim e há-de ser sempre. Os meus sentimentos
De rodrigando a 3 de Fevereiro de 2011 às 00:51
Obrigada Fátima.
Aquela mãe sabe que terá sempre os amigos-irmãos do filho a acompanhá-la mas todos sabemos que não será o mesmo.
Um abraço
De libel a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:20
Adélia é das tais situações em que ficamos com um nó apertado no estômago, é demasiado doloroso, impensável até, não devia acontecer mesmo, tenho muita pena, muita mesmo, quando assim acontece, damos connosco a pensar quanto ingrata é a vida por vezes, protegemos tanto, para de um momento para o outro tudo se escapar e desmoronar o nosso coração!!..
Beijinhos Adélia amiga, força e que descanse em paz na compania de Deus nosso senhor. Os meus sentimentos à família e muita coragem!!..
De rodrigando a 3 de Fevereiro de 2011 às 17:51
Amiga
É nestas alturas que nos apercebemos como uma palavra ou um gesto irreflectido nos marcam para sempre. Ontem saiu para trabalhar, passadas 24 horas estava num cemitério.
Estava tudo bem com ele , a família e os amigos mas e se não estivesse?
Há muito que não via tantos jovens juntos, tantos antigos alunos da nossa Escola. Ontem a Marta falava no blog como se preocupa com os alunos dela, ontem e hoje eu vi a forma como eles ficam ligados uns aos outros.E alguns vieram de tão longe, até da Inglaterra, para estarem juntos mais uma vez.
Hoje senti um doce-amargo de vê-los.
Um grande abraço, amiga e obrigada pela força.
De Marta M a 3 de Fevereiro de 2011 às 17:03
Adélia:
Este foi um post muito difícil de ler...
Como mãe, o estômago retorce-me e faltam-me as palavras...
Como amiga e ser- humano, acredito que para além deste espaço que habitamos existe algo maior que nós e, ciente disso, acredito que estes pais hão de encontrar paz na celebração da vida deste filho.
Mas ainda vai demorar.
Abraço a todos os que lhe queriam bem.
E um especial para ti.
Marta M
De rodrigando a 3 de Fevereiro de 2011 às 18:02
Marta
Hoje lembrei-me de ti e do teu post de ontem sobre a preocupação que tens com os teus alunos.
Hoje revi muitos que não via há anos e com quem mantenho laços de carinho.
Sei que será a Fé que vai ajudar aquela mãe a superar a dor. Também sei e ainda hoje confirmei, que os amigos vão estar presentes. Mas eles vão seguir a sua vida e mais tarde ou mais cedo as visitas vão espaçar-se.
Hoje, depois do funeral, os amigos mais próximos juntaram-se à volta da campa para fazerem a sua despedida.Já não assisti mas sei que houve uma mistura de lágrimas e risos e a promessa de que a vida vai continuar porque era assim que ele queria.
E a mãe, que estava presente, abraçou o filho em cada um deles.
E a vida continua.
Um grande abraço e obrigada pelo apoio.
De sonhoterumfilho a 7 de Fevereiro de 2011 às 11:20
A vida é muito injusta.
Não consigo dizer mais nada.
Um bj cheio de força
Susana
De rodrigando a 7 de Fevereiro de 2011 às 15:43
Obrigada amiga.
Nestas alturas fica-se sempre sem palavras. Um abraço grande.
De geriatriaaminhavida a 8 de Fevereiro de 2011 às 17:23
A morte de um filho nunca deveria acontecer.
O natural seria os pais partirem antes dos filhos.
Não deve haver dor maior que essa perda.
Há uns meses uma amiga perdeu o filho de 18 anos num estúpido acidente. Apesar de ter estado com ela, apenas lhe oferecia a minha presença pois as palavras não saiam...
Beijinhos e força para ultrapassar este momento infeliz
De rodrigando a 10 de Fevereiro de 2011 às 03:11
Nestas alturas parece que nem as palavras saem e as que saem às vezes são estúpidas.
Recordo-me de ouvir pessoas a perguntar umas às outras "tudo bem"? quando estavam num velório e as lágrimas lhes lavavam o rosto.
Um abraço grande
De Carla a 6 de Abril de 2011 às 14:34
Mãe ... sinceramente ainda nem sei explicar muito bem, o que sinto ... é uma enorme mistura de sentimentos. Lembro-me todos os dias. Amo-os de coração para sempre! Bjinhos
De rodrigando a 6 de Abril de 2011 às 19:09
Filhota linda
Todos nos sentimos assim.
E por mais que acreditemos que ele está bem, porque cumpriu a missão dele aqui na terra, não podemos esquecê-lo nem evitar a lágrima que de vez em quando cai.
Mesmo sabendo que ele não quereria isso para os que amava.
Um grande xi-coração.

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