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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010
HOJE NÃO VI... MAS OUVI

A meio da tarde estava a apanhar a roupa quando ouvi um carro passar a alta velocidade. Quase de seguida ouvi o acidente.

Pelo barulho parecia uma mota a ser arrastada pelo chão.

Felizmente  estou num primeiro andar e há um renque de árvores que não me permitiu ver o que acontecera.

Vi gente a correr. Vi chegar o Inem, médico e ambulâncias.

Vi vários carros da Polícia a chegarem em alta velocidade.Percebi que desviaram o transito.

Vi passar imenso tempo antes que as ambulâncias saissem vagarosamente do local do acidente.

A visibilidade é boa. É uma zona em que há várias rotundas, o que nem permite grandes velocidades.

Que ouvi o carro a passar a grande velocidade, antes de bater, ouvi.

Não sei onde bateu ou se bateu nalgum outro carro.

Não tive curiosidade para ir ver ou perguntar a quem passava o que tinha acontecido. Para quê?

Só dava comigo a pensar porque é que ia com tanta pressa.

Não sei o que  aconteceu mas consigo imaginar o que alguma familia está agora a passar.

Só não consigo perceber porquê.

publicado por rodrigando às 02:48
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14 comentários:
De Rosinda a 7 de Junho de 2010 às 07:36
Amiga as pessoas andam sempre cheias de preça de chegar e muitas vezes não chegam...
Também me acontece de vez enquando por aqui, onde moro e só depois é que fico a saber, por frases soltas de quem gosta de ver.
Um beijinho amiga.
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 19:52
Acidentes acontecem, amiga, toda a gente sabe. Mas este foi mesmo falta de cuidado e respeito pela vida própria e dos outros.
Um grande abraço
De severino a 7 de Junho de 2010 às 10:29
Depois de ter vivido por periodos curtos (2 anos) em diversas cidades, Lisboa e Amadora inclusivamente, sofocado por trânsito, vivo em Tavira, pequena cidade do algarve e práticamente no coração da Ria Formosa com o mar a seus pés.
Como aprecio o sossego e a natureza é o lugar ideal para me isolar desses dramas citadinos, onde a pressa e os encontrões entre pessoas me confundem e me projectam para o alheamento em que esta sociedade está mergulhada.
As horas de ponta nessas grandes cidades são vividas em autênticas correrias, carros, motas peões estes sempre na consulta do relógio ou em lamentaões no atraso dos transportes ou no desespero das bichas para os tomar. Fico muitas vezes avaliando a capacidade humana para resistir a tanta pressão diária, num desgaste psiquico, que por vezes deve acabar em stress e destruição da harmonia nos lares.
As consequências lógicas de uma sociedade "moderna" à qual não lhe prevejo bom fim.
Um abraço
J/severino
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 19:35
Hoje os meus filhos contaram-me. Foi mesmo um "apressado" que não respeitou as regras e não deu prioridade a quem já estava dentro da rotunda (a mota),mesmo porque a velocidade não o deixava.
Ficaram ambos mal.
Eu vivo numa Freguesia da Amadora e felizmente nos ultimos anos trabalho na mesma localidade. Não tenho por isso o stress dos transportes e horários, mas tive-os durante muitos anos e compreendo-o muito bem.
Não há nada que compense o sossego e a tranquilidade de uma vida numa cidade pequena, embora de pequena Tavira já não tenha nada mas o ritmo de vida é completamente diferente.
Quem não conhece o ritmo de vida de Lisboa e não só, não imagina que as pessoas por vezes demoram 2 horas para chegar aos empregos e, depois de um dia de trabalho, demoram outro tanto para chegar a casa. Gasta-se meio dia de trabalho só nos transportes, nas filas, nas autoestradas etc.
Aonde está o tempo de qualidade para a família?
Há pais que deixam os filhos a dormir e regressam com elas novamente a dormir.Se não tiverem familiares que os apoiem com as crianças ainda têm de chegar a casa ir tratar dos filhos, do jantar, da casa e programar a vida para o dia seguinte.
Conheço mulheres que, em média, dormem 4 horas por noite.
Conheço crianças que saiem da escola e ficam sozinhas 4 ou 5 horas.
Realmente percebo cada vez melhor o sonho de toda a gente voltar para a terra. É pena é que tenham sempre que esperar pela idade da reforma e, na maioria dos casos, já não vão porque a "terra" ficou despovoada!
Um abraço Severino
De luadoceu a 7 de Junho de 2010 às 10:32
Hoje em dia para chegar a qualquer lado esquecemo nos das pessoas que nao vao com pressa e seguem sua vida normalmente e depois as que vao com pressa, pois nao saiem a tempo para os lugares que vao, ocorrem infelizmente os acidentes
Eu tb nao paro para ver, vejo quando passo,infelizmente e ja e mto
Essas pessoas precisam e de espaço, mas os mirones...
Minha menina acordou numa boa hora, dormiu bem ontem e agora de novo dorme
Ontem foi um domingo cansativo,para todos
Bjo amiga
C estas? Fora esse senão (que e um gdre senao)
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 19:40
O problema é que realmente dão cabo da vida deles e dos que não têm culpa . Ontem ficaram mal duas pessoas. Mas até era domingo, não havia grande trânsito, embora aqui não haja horas mortas, nem à noite.
Mas o excesso de velocidade...
Por aqui vamos todos bem. Hoje um bocadinho mais calmo porque não há arraial e a filha e a família estão a descansar e a preparar-se para outro fim de semana de trabalho.
Quanto à saúde este fim de semana a injecção provocou bastantes dores e cansaço físico mas já estou melhor. Um beijinho para os três.
De sonhoterumfilho a 7 de Junho de 2010 às 15:19
Infelizmente deparamo-nos com cenários tristes destes todos os dias, basta ler o jornal e até mesmo ver a televisão.
O pior é quando a pressa de uns interfere com o vagar de outros.

Um bj enorme
Susana
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 19:41
É verdade amiga. Um beijo para ti também.
De a 7 de Junho de 2010 às 18:12
Infelizmente é verdade amiga. As pessoas vivem a correr. E esquecem-se de que um carro é uma arma tantas vezes mortal.
Eu também me apercebi que algo grave acontecera, pois também me dei conta do barulho das ambulancias e dos seus gritos de urgencia.
Sempre me causam calafrios.
Beijinhos
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 19:49
Olá Amiga
Mas a verdade é que as pessoas, sobretudo alguns jovens, continuam a achar que isto só acontece aos outros.
O pior é quando lhes bate à porta.
Foi na rotunda do Pingo Doce ,imaginas? Boa visibilidade e o carro ia da recta em frente à Igreja. Nada justificava o que aconteceu.
No sábado lembrei-me de ti. O Daniel desarrumou os brinquedos e não queria arrumá-los sózinho. Eu estava doente e disse-lhe que não me ia deitar num quarto assim desarrumado.(Quando estou em casa da Ana durmo no quarto dele).
"Então tens bom remédio -respondeu - vais dormir à tua casa e amanhã voltas para tomar conta de mim". Resposta à "Rafa"!!!
Parece que aprendem todos na mesma escola.
Um beijinho
De sonhardenovo a 7 de Junho de 2010 às 19:55
Infelizmente essas coisas acontecem! Muito infelizmente! Depois surgem esses porquês? Porquê tanta pressa? Hoje é o segundo acidente de que já ouvi falar. Uma amiga de manha também me deu a triste noticia de um acidente em que um casal acabou por morrer...

Porque? Não sei,ninguém sabe...

Beijinhos amiga...
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 20:05
As pessoas cada vez têm mais pressa para chegar aonde quer que seja.
Antigamente havia os "condutores de domingo" que iam com calma e paciência, às vezes desafiando a paciência dos outros mas acho que até isso já não há.
Agora de que lhe valeu tanta pressa? Não sei o que lhes aconteceu e vou supor que não foi demasiado grave mas e o tempo, as dores e as aflições valem a pressa?
E quem sofre as consequências da pressa dos outros?
Será que merece? Claro que não,ninguém merece.
De Tina a 7 de Junho de 2010 às 21:27
Vivo numa cidade pequena, com muita rotunda e há sempre desrespeito pelos outros que circulam ou pelos peões..então, nas passadeiras, nem se fala!| AInda hoje, quando eu me encontrava dentro duma rotunda quase que fui abalroada por um carro que entrou, sem esperar pela minha passagem. Tive que parar numa rotunda e minha sorte foi não vir ninguem atrás de mim.
Imagina se havia movimento! Sorte não ser hora de ponta!
Antes de se tirar a carta as pessoas deviam levar uma de cultura e educação...civismo, se assim se pode dizer!
Bjs
De rodrigando a 7 de Junho de 2010 às 21:54
O problema é que a pressa faz esquecer a segurança, as regras e até a educação,infelizmente.
Um abraço

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